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A NOSSA CASA. A NOSSA CAUSA.
Newsletter n.º 10 | 5 de junho 2020
Lavagem das mãos *  **
Molhe as mãos
com água.
Aplique sabão suficiente
para cobrir
todas as superfícies das mãos.
 
Esfregue as palmas das mãos
uma
na outra.
 
Palma direita sobre o dorso
esquerdo
com os dedos entrelaçados
e vice versa.
 
Palma com palma
com os dedos entrelaçados
parte de trás dos dedos
nas palmas opostas
os dedos entrelaçados.
 
Esfregue o polegar
esquerdo
em sentido rotativo
na palma direita
e vice versa.
 
Esfregue rotativamente
para trás e para a frente
os dedos da mão
direita
na palma da mão
esquerda
e vice versa.
 
Enxague as mãos
com água.
Seque as mãos
com toalhete
descartável.
Utilize o toalhete
para fechar
a torneira se esta for de comando
manual.
 
Agora as suas mãos
estão
SEGURAS.
 
*Adaptação para poema de folheto da DGS.
**Válido para nos livramos do vírus, mas não das nossas responsabilidades.
Na passada terça-feira, a Casa Comum participou no apagão. Black Lives Matter.
 

A HISTÓRIA DE UM SONHO
UMA VISÃO DE ARTE E CIÊNCIA

Nestes tempos estranhos que atravessamos, em que a necessidade de distanciamento físico reforça a vontade de nos sentirmos juntos, o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP), que reabriu as suas portas no início desta semana, reforça o seu compromisso com a partilha de conhecimento e o estimulo da curiosidade acerca da vida.
 
E é precisamente no sentido de celebrar a vida e a esperança que nos une, que hoje, no Dia Mundial do Ambiente  – uma data que marca de forma tão simbólica a importância da mobilização coletiva para a salvaguarda do nosso planeta –, partilhamos a história de um sonho. Um sonho de arte e ciência, de beleza e de encantamento, concretizado num museu de história natural. 
 
Convidamos todos a relembrar uma história que começou há mais de oito décadas na Praia do Paraíso, que envolveu comerciantes portuenses, diretores de museus, e tantos outros sonhadores, que foi imaginada por uma poeta, e que hoje corre mundo e é contada na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva, do MHNC-UP.
 
A história contada neste vídeo complementa e amplia, agora numa vertente mais artística, aquela que foi dada a conhecer através do documentário A BALAENOPTERA DA PRAIA DO PARAÍSO, divulgado pelo MHNC-UP no passado dia 18 de maio, Dia Internacional dos Museus.

CONHEÇA AQUI A HISTÓRIA DE UM SONHO


+ info: https://mhnc.up.pt/

Os podcasts da semana

Temos novos episódios na coleção de podcasts da Casa Comum Online .
Estudantes, docentes, investigadores, colaboradores e alumni contribuem cada vez mais com diversos temas.
Consulte aqui os novos episódios.

#3. A natureza não é fofinha
A natureza só nos quer mal. E no futuro será pior: tudo o que é vivo odeia-nos, ataca-nos e quer-nos comer. Nem na (hoje) dócil madeira podemos confiar. E a inteligência artificial de um mero mp3 player pode transformar-se numa super-consciência. João Barreiros perde-se agradavelmente na densidade inocente do primeiro volume de The Book of Koli, de M. R. Carey (2020).

    
O nosso Sistema Solar, e por consequência, a vida na Terra, podem ter tido origem na colisão com a Via Láctea da galáxia elíptica anã do Sagitário, uma das nossas galáxias-satélite.

           
#2. Centuria prima, Amato Lusitano, 1551
A Biblioteca do Fundo Antigo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto apresenta um dos livros mais valiosos do seu espólio documental: a Centuria prima, escrito por um autor médico português e publicado em Florença. Nesta obra, um dos casos descritos, considerado a sua descoberta principal e um dos grandes legados que Amato Lusitano deixou à medicina, é a circulação do sangue. Por Júlia Borges.

    
José Ferreira Silva, do MMIPO – Museu e Igreja da Misericórdia do Porto e, também, investigador integrado do Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória” (CITCEM), guia-nos pela história que se esconde e que se revela nos monumentos portuenses que celebram, ou simplesmente recordam, as individualidades e os episódios do período inicial do liberalismo.

           
#17. A semiótica do vírus. Da caricatura de Trump à modelo japonesa da Vogue com máscara transparente
Os trajes médicos foram substituídos pelas fardas policiais. A morte de George Floyd em Minneapolis está na ótica do mundo. “I can’t breathe” ecoou entre jornais, revistas, televisões e rádios. Ainda na América, na capa do Financial Times, Donald Trump e o “grande” coronavírus estão destinados ao meltdown.
Numa primeira avaliação genérica do comportamento da imprensa durante a pandemia, Carlos Magno observa que os jornalistas tiveram de aprender com esta invasão silenciosa, perigosa, feita por um vírus desconhecido que ainda não conseguimos expulsar: aprender a esperar e aprender a confirmar notícias antes de as divulgar.
A semiótica da pandemia ornamenta-se de luvas, máscaras e mãos. E, por isso, a Vogue japonesa traz uma modelo, a preto e branco com uma máscara transparente, que deixa ver as partes do corpo agora proibidas: o nariz e a boca.

           
#7. “Divorce Iranian Style”, de Kim Longinotto, Ziba Mir-Hosseini (1998)
Comentário de Bárbara Henriques (Curso Avançado de Documentário KINO-DOC).
 
   
#9. Maria Antónia Pires de Almeida. A cólera em Portugal no século XIX
Qual é o contexto da entrada da cólera em Portugal? Quantos surtos é que houve e que regiões de Portugal é que afetou? Qual foi a resposta das autoridades de saúde? E de que forma é que a doença foi analisada pela imprensa nacional?
Maria Antónia Pires de Almeida, investigadora integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, elucidar-nos-á relativamente a estas questões.


#10. Amélia Aguiar Andrade. Os espaços urbanos portugueses medievais perante as pandemias
Que pandemias afetaram os espaços urbanos portugueses durante a Idade Média? De que forma é que essas doenças se propagaram e que medidas foram adotadas pelas autoridades municipais? Que consequências sociais e políticas advieram desses surtos epidemiológicos?
A convidada deste episódio é Amélia Aguiar Andrade, Professora Catedrática de História Medieval na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e investigadora do Instituto de Estudos Medievais, especialista em história urbana, económica e marítima.

 
      
#9.Jorge Gato
Em tempos de pandemia, vale a pena olhar para os dados que dizem respeito às pessoas LGBTI +. Jorge Gato começa por explicar conceitos, vai até ao mundo do trabalho, e explora a realidade dos jovens no momento de afirmação da sua identidade.
 
      
#3. João Faria
João Faria, investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço na área dos exoplanetas, fala-nos um pouco sobre estes planetas para lá do Sistema Solar, do seu percurso, dos instrumentos de ponta na área que têm mão portuguesa e sobre o mais recente artigo em que participou, que confirmou a presença da uma ExoTerra na estrela Proxima Centauri, a estrela mais próxima do Sol.
 
      
#16. Espelho de azulejos ao vento
Texto, Voz e Música: Fábio Amorim

      
#7. Nuno Valentim
Casa Luis Barragán, na Cidade do México, projetada pelo próprio Luis Barragán em 1947 e construída no ano seguinte.

 
      
#9. Sergio Fernandez
“Vill’Alcina, Caminha, 1971/74”, fevereiro de 2006. Sobre a casa de férias em Caminha que Sergio Fernandez para si projeta.

#10. Álvaro Siza (2)
“Barragán”, 1994, e “António Quadros”, 1991.
 
      
#6. Globalização
A globalização e a mundialização: as suas origens, as resistências históricas a um processo aparentemente imparável, a língua como fator de domínio e simultaneamente de entendimento intercultural, as redes e as estratégias de cooperação mundial e as grandes questões atuais para as quais uma resposta global é fundamental. Caminhamos para uma consciência mundial?
 
      

Prémio Fernando Távora

O Prémio Fernando Távora foi instituído pela Ordem dos Arquitectos em 2005, em homenagem ao arquitecto portuense, figura de referência da arquitectura portuguesa pela sua actividade enquanto arquitecto e pedagogo. Fernando Távora viajou incessantemente para estudar in loco a arquitectura de todas as épocas, em todos os continentes, utilizando-a como conteúdo e método da sua actividade pedagógica e profissional.

O Prémio consiste na atribuição de uma bolsa de viagem anual no valor de € 6.000; é aberto a todos os membros da Ordem dos Arquitectos e atribuído à melhor proposta de viagem de investigação apresentada em candidatura.
 

A partir de 2020, ano de realização da 16.ª edição, a OASRN, entidade organizadora, passará a ter a Fundação Marques da Silva como parceira.

O Júri desta edição é constituído pela jornalista Paula Moura Pinheiro, pela arquitecta Paula Silva, pelos arquitectos José Bernardo Távora (indicado pela FIMS) e Eduardo Queiroga (em representação da OASRN) e, também, pela Dra. Maria da Graça de Tavares e Távora Pereira Coutinho (designada pela família do Arquitecto Fernando Távora).
 

O período de submissão de candidaturas à 16ª edição do Prémio Fernando Távora encontra-se aberto até 17 de agosto de 2020.
 

A Conferência do Vencedor da 15ª edição, os arquitetos Margarida Quintã e Luís Ribeiro da Silva, e o Anúncio do Vencedor da 16ª edição e lançamento da 17ª edição decorrerá a 6 de Outubro de 2020.

Consultar:
Regulamento Prémio Fernando Távora
Formulário de inscrição

 

+ info: www.oasrn.org e www.fims.up.pt

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